Literatura

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Na realidade, a análise da literatura pode ora centrar-se no escritor em si - na sua genialidade ou na sua mediocridade - ora no escritor como produto de uma determinada época - na sua fuga estética do social ou na sua busca e na sua recriação do social, no seu "compromisso com o social", como defendeu Rosália Diogo no seu texto, um compromisso que, porém, na óptica de Teresa Manjate, precisa de reflexão mais profunda. O tema-pergunta deste número tem um vício capital, bem observado por Almiro Lobo...

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Descrição

Na realidade, a análise da literatura pode ora centrar-se no escritor em si - na sua genialidade ou na sua mediocridade - ora no escritor como produto de uma determinada época - na sua fuga estética do social ou na sua busca e na sua recriação do social, no seu "compromisso com o social", como defendeu Rosália Diogo no seu texto, um compromisso que, porém, na óptica de Teresa Manjate, precisa de reflexão mais profunda. O tema-pergunta deste número tem um vício capital, bem observado por Almiro Lobo no seu texto: o de colocar aos autores o dilema de uma disjunção. Ora, se o "ou" separa, o "e" une e complexifica, se a disjunção é uma porta fechada, a copulativa é uma ponte dando passagem permanente. Cada um dos três autores deste número - Teresa Manjate e Almiro Lobo de Moçambique e Rosália Diogo do Brasil - procurou dialectizar as suas análises, dotando-as de uma leitura complexa, historicizada, arredia da ingenuidade e da superficialidade.

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