A Oralidade no Romance Histórico Angolano Moderno

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Analisa, em dois romances históricos angolanos, as interferências da tradição oral na narração da história de um povo. A esse olhar, trata-se de observar duas obras de dois escritores contemporâneos - A Gloriosa Família, de Pepetela e a A Casa Velha das Margens, de Arnaldo Santos, o primeiro com acção a decorrer no séc. XVII e o segundo no séc. XIX. A oralidade perspectivada enquanto tudo o que é transmitido de geração em geraçãol, é abordada em quatro vertentes - os "géneros literários" orais (os...

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Descrição

Analisa, em dois romances históricos angolanos, as interferências da tradição oral na narração da história de um povo. A esse olhar, trata-se de observar duas obras de dois escritores contemporâneos - A Gloriosa Família, de Pepetela e a A Casa Velha das Margens, de Arnaldo Santos, o primeiro com acção a decorrer no séc. XVII e o segundo no séc. XIX. A oralidade perspectivada enquanto tudo o que é transmitido de geração em geraçãol, é abordada em quatro vertentes - os "géneros literários" orais (os contos, os provérbios, as adivinhas); os elementos rituais e a língua kimbundu; a passagem da oralidade à escrita (as mucandas dos ambaquistas); e, finalmente, a narrativa épica tradicional angolana.

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