O Resgate das Rodas do Fado e o Seu Percurso até ao Museu

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O Resgate das Rodas do Fado, está implícito uma necessidade de recuperação de um bem cultural, de importância patrimonial, que funciona como peça de museu, sendo que testemunha a passagem de uma personalidade que foi considerada e condecorada a maior e melhor interprete do género musical português, o Fado. Tendo o Fado o peso que tem hoje, tendo sido constituído a património imaterial da humanidade, é necessário que se perceba as atuais condições e itinerários que estiveram na base da sua divulgação....

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Descrição

O Resgate das Rodas do Fado, está implícito uma necessidade de recuperação de um bem cultural, de importância patrimonial, que funciona como peça de museu, sendo que testemunha a passagem de uma personalidade que foi considerada e condecorada a maior e melhor interprete do género musical português, o Fado. Tendo o Fado o peso que tem hoje, tendo sido constituído a património imaterial da humanidade, é necessário que se perceba as atuais condições e itinerários que estiveram na base da sua divulgação. O Rodas do Fado, é o nome que atribuí ao carro que pertenceu a Amália Rodrigues, dando um ênfase a sua importância no papel que teve na divulgação do Fado durante o tempo em que a Fadista se encontrava nas suas digressões, por este mundo a fora. Foi precisamente na década de 80 que Amália, comprou este carro, com as funções, não só de deslocação, como também, a priori a função privada. Constatei que este carro foi constituído como backstage, pela composição dos objetos encontrados e os já não existentes mais perceptíveis pelos vestígios encontrados, nomeadamente o ventilador, um aporta em Hall, gavetas de arrumação entre outros. Nesta carrinha ela se preparava se vestia se maquilhava, ensaiava, antes de chegar aos palcos, uma vez que a data em questão demarca uma época em que não havia camarins em todos os lugares , a inexistência de um lugar cómodo para que ela se sentisse à-vontade para suprir as suas necessidades . A maior preocupação aqui assenta na importância da não banalização do património cultural, bem como a descoberta de novas formas de adaptação dos bens culturais na rentabilidade do Turismo Cultural, que começa na promoção do novo conceito de Museu sobre Rodas, com a criação do Museu Itinerante AMAR (Amália Rodrigues).

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